Pra cada um, a família (a sua o qualquer outra) tem uma conotação diferente. Em tese, ela é a responsável por educar, formar a base e princípios de cada indivíduo, mostrando valores, compartilhando crenças, costumes... enfim, bem ou mal é à ela atribuído o papel de colaborar com a construção da personalidade dos seus. Conforme crescemos e amadurecemos, começamos a trilhar por nós mesmos um novo rumo, nos baseando naquilo que escolhemos como verdade pra nós. Mas o que fazer quando essa nova escolha se destoa completamente dos conceitos 'impostos' por eles durante toda a sua vida, até então?
Desde que comecei a pensar e agir de acordo com aquilo que acredito, de certa forma me distanciei da minha família, não por querer mais o convívio ou por ter criado antipatia, nada disso, apenas me senti exclusa, exclusa por mim mesma. O medo de expor e opor opiniões me reprimia.
O meu comportamento junto à família na adolescencia foi o mais neutro possível, quando algum assunto polêmico era abordado em alguma conversa, achava certo me abster, deixar que os grandes resolvessem tudo sem que a minha opinião fosse manifestada e, por conta disso, demorei a perceber que isso me afastava de todos. Demorei a me dar conta de que é em casa que o respeito, a compreensão e o convívio em harmonia se fazem presentes, de que é só em casa que todos se assemelham pelas diferenças e que somente no seio da família, qualquer problema é transposto com amor.
Engraçado é que hoje, mesmo tendo plena consciência disso, não mudei o meu modo de agir. Evito criar conflitos desnecessários, mas não abro mão dos meus princípios, valores e ideais. Saber viver na linha tênue entre o respeito e pontos de vista, lidar com o que lhe opõe, começando pela própria casa, é a maior prova de que você está, finalmente, preparado pra enfrentar o mundo. Bom, acho que chegou a minha vez de encará-lo!
Desde que comecei a pensar e agir de acordo com aquilo que acredito, de certa forma me distanciei da minha família, não por querer mais o convívio ou por ter criado antipatia, nada disso, apenas me senti exclusa, exclusa por mim mesma. O medo de expor e opor opiniões me reprimia.
O meu comportamento junto à família na adolescencia foi o mais neutro possível, quando algum assunto polêmico era abordado em alguma conversa, achava certo me abster, deixar que os grandes resolvessem tudo sem que a minha opinião fosse manifestada e, por conta disso, demorei a perceber que isso me afastava de todos. Demorei a me dar conta de que é em casa que o respeito, a compreensão e o convívio em harmonia se fazem presentes, de que é só em casa que todos se assemelham pelas diferenças e que somente no seio da família, qualquer problema é transposto com amor.
Engraçado é que hoje, mesmo tendo plena consciência disso, não mudei o meu modo de agir. Evito criar conflitos desnecessários, mas não abro mão dos meus princípios, valores e ideais. Saber viver na linha tênue entre o respeito e pontos de vista, lidar com o que lhe opõe, começando pela própria casa, é a maior prova de que você está, finalmente, preparado pra enfrentar o mundo. Bom, acho que chegou a minha vez de encará-lo!

